Durante muito tempo, a renda fixa foi vista como “chata”, rendendo pouco em comparação com a bolsa. Mas nos últimos anos, com juros altos, ela voltou ao radar como uma opção poderosa para quem busca segurança.
Os queridinhos do investidor conservador
Tesouro Direto: opção mais acessível, com papéis atrelados à Selic, IPCA ou prefixados.
CDBs: emitidos por bancos, com proteção do FGC (até R$ 250 mil).
LCIs e LCAs: isentas de IR, ótimas para diversificação.
Debêntures incentivadas: ligadas a projetos de infraestrutura, também sem IR.
O que avaliar antes de investir
Liquidez: pode resgatar quando precisar?
Segurança: tem cobertura do FGC ou risco do emissor?
Objetivo: curto prazo, médio ou aposentadoria?

Exemplos simples

Para a reserva de emergência → Tesouro Selic.
Para proteger da inflação → Tesouro IPCA+.
Para buscar rentabilidade maior → CDBs de bancos médios.
Reflexão prática
Pergunte-se: “Se eu precisasse do dinheiro daqui 3 meses, onde ele estaria seguro e rendendo?”
Essa pergunta simples pode guiar suas decisões em renda fixa.