São ativos que fogem do “pacote clássico” de ações, renda fixa e fundos tradicionais. Entram aqui:
- Criptomoedas (como Bitcoin e Ethereum)
- Commodities (ouro, prata, petróleo)
- Private Equity e Venture Capital (investimento em empresas privadas)
- Arte e colecionáveis (quadros, vinhos, relógios raros)
Eles podem parecer exóticos, mas têm um papel importante: diversificação e proteção em cenários de incerteza.
Por que considerar os alternativos?
Imagine que a bolsa cai e a renda fixa não compensa por causa da inflação. Ter uma parte da carteira em ouro, por exemplo, pode ser a proteção que evita grandes perdas.
O lado bom dos alternativos
Baixa correlação: nem sempre caem ou sobem junto com o mercado tradicional.
- Potencial de retorno elevado: principalmente em cripto e startups.
- Diversificação real: expõem a carteira a outros tipos de risco (e oportunidades).
- Mas cuidado: o risco também é maior
- Criptomoedas são voláteis e podem cair 50% em semanas.
- Private Equity exige prazos longos e baixa liquidez.
- Arte e colecionáveis dependem de nichos específicos e demanda limitada.
Quanto investir em alternativos?
A maioria dos especialistas recomenda até 10% da carteira — o suficiente para diversificar, mas sem comprometer a segurança do portfólio.
Exemplo prático
Um investidor conservador pode ter:
- 70% renda fixa
- 20% ações
- 10% alternativos (ouro e cripto)
- Já um investidor arrojado poderia ter:
- 40% ações
- 40% renda fixa
- 20% alternativos (startups, commodities e cripto)
Reflexão final
Pergunte-se: “Estou investindo em alternativos porque faz sentido na estratégia ou só pelo hype?”
Essa é a linha que separa a diversificação inteligente da aposta arriscada.